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CONHEÇA A LEI QUE REGULAMENTA A QUESTÃO 

Política Nacional de Resíduos Sólidos. Muito se pergunta sobre esta lei, que está em vigor desde o dia 02 de agosto de 2010, sendo regulamentada pelo Decreto Lei 7.404 em 23 de dezembro de 2010. A PNRS consiste em princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações tomadas pela União, isoladamente ou em parceria com municípios e particulares, visando a gestão integrada e o gerenciamento ambiental dos resíduos sólidos.

Mas quem está obrigado a cumpri-la? O artigo 5º do decreto 7.404 dispõe que estão obrigados a cumprir a lei, os fabricantes, os importadores, os distribuidores, os comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos (da concepção à sua destinação final). De acordo com a PNRS, casas de show, bares, restaurantes ou grandes geradores de embalagens de vidro, como long necks ou bebidas quentes são obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso do consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana.

Veja aqui a Lei

Em Belo Horizonte, a capital mundial dos bares, estima-se que seja gerado mensalmente mais de 30 mil toneladas de vidro, sendo que grande parte deste resíduo é atualmente lançado na natureza, sem nenhum tipo de tratamento. É um número assustador, sobretudo quando se leva em conta o volume que esse resíduo ocupa o que provoca, consequentemente, a redução da vida útil de um aterro sanitário.

Após a promulgação da PNRS, os governos estão cada dia mais atentos na fiscalização e no incentivo à adoção de políticas de logística reversa de resíduos sólidos recicláveis. Através dos LEVs, Locais de Entregas Voluntárias, e da coleta seletiva residencial e comercial, diversas prefeituras tentam atingir os objetivos da lei. Embora haja uma boa intenção de atuar neste problema, o crescimento populacional brasileiro (em 1950 girava em torno de 50 milhões, e em 2015 atingiu a marca dos 200 milhões de habitantes), torna cada vez mais difícil a intervenção unilateral do poder público na resolução da questão do descarte dos resíduos. Dessa maneira, a iniciativa privada vem ganhando cada vez mais espaço neste mercado, e se tornando imprescindível na rotina de empresas, principalmente do ramo de entretenimento, bebidas e alimentação.

Atuando neste mercado desde 2013, a Seiva Coleta se instituiu em Belo Horizonte como a primeira indústria de beneficiamento de vidros do Estado de Minas Gerais. Pronta para atender a uma demanda crescente, participa do processo desde a coleta das embalagens de vidro, até sua transformação em matéria prima para a fabricação de novas embalagens.

A verdade é que o descarte das embalagens de vidro são um transtorno no dia a dia de espetinhos, bares restaurante, etc. A reciclagem de vidro é complexa e tem um baixo valor de mercado. Mais que ajudar empreendedores a cumprir a legislação, a Seiva Coleta os auxilia a resolver um problema prático. Seja você também um parceiro!

Por fim, vale ressaltar que a questão vai muito além do cumprimento da legislação. Cada vez mais há uma necessidade de mudança na forma de usar os recursos do meio ambiente. É urgente a necessidade de enxergar valores de sustentabilidade e a importância de um consumo mais consciente. A todo momento, é preciso se perguntar se as atitudes tomadas diariamente estão contribuindo para entregar um planeta melhor às gerações que estão por vir. Se a resposta é não, então está na hora de começar a agir.

Lei de regulamentação- Seiva

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